Quero aplicar a miña ciencia á lingua para pintar a face do noso maior ben colectivo: o galego







Amosando publicacións coa etiqueta Valentim Fagim. Amosar todas as publicacións
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domingo, 30 de outubro de 2016

Quando a emoção entra pola porta…

por Valetim Fagim,no Sermos Galiza:

… a razão, a experiência e a intuição saem pola janela. Assim reza um provérbio hindu.
Quando dou uma palestra sobre a estratégia internacional para o galego costumo começar com um jogo. O tal jogo está no início do livro O galego é uma oportunidade.

xoves, 17 de setembro de 2015

38%

Valentim Fagim, no Praza:

Uma das diferenças, sintomática, entre uma língua com estado e uma língua sem estado é a ligação desta última com as percentagens. Para já, quantas pessoas a falam, a escrevem, a entendem, acham bem ou mal que se promova socialmente e mil e dous itens mais. Para as línguas com estado, no mínimo naqueles territórios onde é hegemónica, o esquema é outro. Nem sequer interessa demasiado quantos emigrantes a assumem porque, tarde ou cedo, vão ter de a assumir ou se tem muito ou pouco peso na produção científica porque os cientistas são quatro gatos pingados.

martes, 10 de setembro de 2013

Houston, temos uma hipótese

por Valetim Fagim, no Sermos Galiza:


Taboo é um jogo de tabuleiro em que devemos descrever um conceito sem o nomear nem usar certas palavras na descrição, aquelas que facilitariam a identificação por parte da nossa equipa. É provável que a palavra Língua aparecerá no maço de fichas do tal jogo e atrevo-me a arriscar que os tabus serão palavras como Identidade, País, Gramática e outras similares.

sábado, 18 de maio de 2013

O telescópio e a Internet

por Valentim Fagim, no Sermos Galiza:

Na hora de encetar um artigo, um dos momentos mais delicados é saber como vai finalizar. No caso deste escrito é simples: eppur si muove. Foi a frase que, ao que parece, proferiu Galileu Galilei quando tivo que renunciar, perante a inquisição, ao que sabia: a terra gira em volta do sol, não ao revês.

martes, 26 de febreiro de 2013

Os watusi e a Conselharia de Educação

por Valentim Fagim, no Sermos Galiza:

Se comparamos um aluno galego com outros do resto do Estado evidenciaremos que não há diferenças significativas do ponto de vista físico ou inteletual. Não destacam pola sua inteligência, a sua beleza ou a sua agilidade.

martes, 15 de xaneiro de 2013

Que têm em comum?

por Valentim Fagim no Portal Galego da Língua:

Consuelo é um mulher de Almedilha, Salamanca, lugar onde ainda se fala português entre as pessoas idosas, como é o caso dela. Outrora, há vários séculos, Almedilha era território português e esse é o motivo de existir esta ilha linguística. No documentário Entre Línguas ela afirmava que quando ia a Coimbra, a Guarda ou a Santiago de Compostela falava português e que nós, os galegos, falávamos português.

domingo, 6 de xaneiro de 2013

Sejamos mal educados

por Valentimm Fagim en Sermos Galiza:


Muitos de nós retemos na retina aquele cartum do Quino onde miúdos naturalmente diferentes, deslocando-se numa fita transportadora, entravam num edifício para acabar por saírem do mesmo perfeitamente homogeneizados. O edifício em questão era um centro educativo.

xoves, 20 de decembro de 2012

No se puede

por Valentim Fagim, no Portal Galego da Língua:

Recentemente abriu em Compostela um café-restaurante de grandes dimensões. Umha das salas tem um projetor e um ecrám enorme para ver documentários ilustrativos que temperem o nosso espírito e nos fagam conectar com o nosso autêntico ser... nom, nom, é para ver futebol.
Os donos do negócio sabem que é o espaço oferecido é umha vantagem competitiva e telefonam para Canal + a fim de contratar o futebol de pagamento e, ao mesmo tempo, pedem um cartaz corporativo da empresa anunciando que no dado local se pode a ver a Liga. Pedem-no em galego e recebem por resposta três palavras.

sábado, 3 de novembro de 2012

O galego seria mais divertido

por Valentim Fagim, en Sermos Galiza:

Desde há umhas semanas a AGAL conta com umha nova direçom, reforço da anterior que tivem a fortuna de coordenar. Foram anos intensos em que nasceram vários projetos, os aPorto, a Imperdível, cursos on-line, a Através Editora... mas de todos eles há um do que estou notadamente satisfeito, os Ops.

luns, 17 de setembro de 2012

Como a minha avoa japonesa

por Vatentim Fagim no Portal Galego da Língua:

O mês de agosto, se der para acalmar a mente e que esta torne algo parecido com um lago especular, é um bom momento para tomar decisões estratégicas. Eis umha proposta simples: matricular-se em português numha Escola de Idiomas.

venres, 15 de xuño de 2012

A morte da inocência

por Valentim R. Fagim, no Portal Galego da Língua:

Um pai galego está na sala da casa familiar a ver um filme de desenhos animados com o seu filho, um fedelho de 5 anos. O filme em questom, com vozes brasileiras, é a Monstros S.A, da Pixar, por sinal muito recomendável para adultos. Depois de 10 minutos de película, o pai pergunta:

mércores, 23 de maio de 2012

Para quê?

por Valentim Fagim, en Sermos Galiza:

Umha das bondades do facebook é oferecer debates interessantíssimos sobre todos os temas por parte de nom especialistas. Até a mim chegou um deles polo facto de ser citado na conversa e a linha central da mesma era, em termos mais ou menos técnicos, se havia que aceitar o grau de castelhanizaçom das falas galegas ou, polo contrário, havia que criar um modelo de língua que oferecesse em seu lugar formas genuínas, ainda que estas nom estivessem generalizadas socialmente.

martes, 15 de maio de 2012

Umha língua nom é...

por Valentim Fagim, no Portal Galego da Língua:


Estamos num concurso televisivo do tipo uma pergunta com três respostas. A dada altura, a apresentadora olha para o ecrám e lê em voz alta: umha língua nom é... As respostas possíveis som três: Pepino, Comunicaçom, Identidade.

martes, 13 de marzo de 2012

Valentim Fagim: 'Vivemos um processo de substituiçom linguística mui avançado'

Marcos Pérez Pena entrevista a Valentim Fagim, presidente da AGAL, para Praza (nesta ligazón contén audio):
Valentim R. Fagim preside desde 2009 a Associaçom Galega de Língua (AGAL), que o passado ano completou três décadas. É autor de obras didáticas como Do Ñ para o NH, Manual de língua para transitar do galego-castelhano para o galego-português, e o trabalho que desenvolve, pessoalmente e no seio da associaçom, consiste em mostrar aos galegos e as galegas que a língua da Galiza é a mesma que fala Lula da Silva. Esta será a década do Brasil, país que nom deixa de crescer economicamente e de ganhar peso internacional e que organizará, dentro de dous anos, o Mundial de Futebol e em 2016 os Jogos Olímpicos. Fagim pensa que a Galiza nom pode desaproveitar a oportunidade que lhe oferece a sua pertença ao mesmo espaço linguístico que o gigante brasileiro.
Como valoras a situaçom da língua hoje em dia?
Vivemos um processo de substituiçom linguística mui avançado. Isto é tam simples de constatar como ir a um parque, por exemplo na cidade de Santiago, e escutarmos a língua dos avós -que falam 90% em galego- e a língua das crianças -que falam 90% em castelhano-. Em Vigo os avós já nom falam 90% em galego. Por outra parte, cada nova geraçom fala um galego cada vez mais misturado com o castelhano. A minha avó, por exemplo, diz balor, a minha mai já dizia moho, e a mim chegou-me moho. Isto vemo-lo todos, nom fai falta ser um especialista.

domingo, 25 de decembro de 2011

A língua de Consuelo

por Valentim R. Fagim, en Sermos Galiza:

É comum afirmar-se que as fronteiras mais antigas da Europa são as existentes entre a Espanha e Portugal e que estas viriam a ser “quase” inalteráveis desde a idade média. Esse “quase” transparenta pequenos movimentos de fronteira que provocaram a criação de ilhas lusófonas no Reino de Espanha, algumas das quais chegaram até os nossos dias. Em 2009, três investigadores galegos, reunidos no coletivo glu-glu, decidiram visitar essas ínsulas para conversar e gravar as pessoas que ali moram e ainda falam português. Esse trabalho transformou-se num documentário, de nome Entre Línguas, que recentemente foi disponibilizado na Net.Subim ao youtube um dos vídeos que mais me impactou e que aparecem nos extras. Nele entrevistam uma mulher idosa, de nome Consuelo, e que nasceu e mora em Almedilha, província de Salamanca.

xoves, 2 de xuño de 2011

Cousa de filólogos

por Vatentim Fagim, en Galicia Hoxe:

Um dos aspetos mais atrativos do movimento Democracia Real, a meu ver, é que está a despertar debates sobre diferentes questons. Um exemplo é o do sintagma "eu-sou-apolítico" pois, na verdade, não sendo que sejamos um Robinson Crusoe, o mesmo facto de viver em sociedade, torna-nos irremediavelmente políticos. Podemos ser apartidários ou optar por delegar todo o nosso poder: "não quero saber nada de envolvimento político, que fagam e desfagam à vontade, eu tenho outros assuntos entre mãos"
No terreno da Língua, o sintagma correspondente seria: É cousa de Filólogos. O certo é que a maioria de nós falamos, escrevemos, lemos, ouvimos... portanto, todos vivemos numa língua ou várias. O que podemos fazer é desentender-nos ou não promover um projeto comum: "cada um que faga como lhe apeteça".
O movimento que se está a desenvolver nas praças de muitas cidades tem uma missão, desenhar uma fotografia de futuro, como queremos que sejam as sociedades em que moramos: valores, regras, atitudes.
No terreno da língua era preciso na mesma desenhar uma fotografia, e provavelmente tendo em conta um prazo maior: como queremos que seja a fotografia linguística da sociedade galega de aqui a X anos. Que queremos legar às gerações vindouras? Uma sociedade monolingue em castelhano com ilhas periféricas de galego-falantes? Ou, a única sociedade no mundo que tenha como línguas oficiais e sobretudo sociais, os dous idiomas latinos mais falados? Isto é cousa de todos..

mércores, 23 de febreiro de 2011

Nom se trata de SER

por Valentim Fagim, no Galicia Hoxe:


Uma das dialéticas que mais tenhem povoado a Galiza nos últimos quarenta anos tem a ver com a identidade do galego. Por outras palavras, a pergunta Quem fala a minha língua? oferece no nosso país duas respostas:
1)A minha língua é a língua da Galiza.
2)A minha língua é a língua da Galiza, do Brasil, de Angola, de Portugal, etc. e tal.
Som inúmeros os debates que a este respeito podemos encontrar na Net seja qual for o tópico de origem. Como afirma sabiamente a Lei de Berto: "A medida que unha discusión online en galego sobre calquera tema avanza, a probabilidade de que se mencione o reintegracionismo/isolacionismo achégase a 1".
A meu ver, a chave de tanta paixom dialética radica no verbo SER. Este verbo é essencialmente binário, a resposta ou é A ou é B. Este tipo de diálogos povoam a história da teologia, da filosofia e da política com resultados muitas vezes pouco simpáticos.
Ora, quando falamos de identidade lingüística nom temos por que ser escravos do verbo ser. Na verdade, o que acontece é que as pessoas usamos a nossa língua para determinadas funçons. Por exemplo, o autor deste texto usa o galego para comunicar-se com pessoas do Brasil ou de Angola, para obter informaçom na rede, para ler ensaios referenciais ou para ver filmes em versom original com legendas. Eu vivo o galego como sendo umha língua internacional.
Enfim, nom se trata de SER mas de VIVER. Como a vives tu?.

xoves, 16 de decembro de 2010

Chama-lhe X

por Valentim R. Fagim, no Portal Galego da Língua:


As línguas tenhem o irritante hábito de as suas denominaçons ligarem para umha comunidade nacional : russo < Rússia, catalám < Catalunha ou polaco < Polónia. As exceçons som poucas e muitas entram na categoria das línguas artificiais com aspiraçons de serem transnacionais, caso do esperanto ou o volapük.

Acontece que na maioria das vezes as línguas nom som património de umha única naçom. Casos conhecidos som o do inglês, oficial em 53 países, o árabe em 29 países ou o francês, em 23 países. Isto poderia vir a criar a complicaçom de como as denominar: inglês, norte-americano, australiano, neozelandês..?. No entanto, as dúvidas ao respeito som poucas e países imensos como os EUA ou o Brasil denominam a língua nacional como inglês e português.
Os conflitos parecem surgir em contextos onde nom está claro as línguas serem compartilhadas. Quer dizer, perante a pergunta: e quem fala a língua que eu falo? As respostas nom som homogéneas. Ocorre-me já agora os casos do >catalám-valenciano, sérvio-croata-bósnio-montenegrino ou o... português-galego.
Neste ponto é onde se vê com nitidez o poder simbólico das palavras. Outra sorte teríamos se utilizássemos outro sistema denominativo:
X nasceu na idade média num espaço que incluía territórios a norte e sul do rio Minho. A norte, a variante XG ficou reduzida a funçons periféricas pola irrupçom de Y enquanto XP, polo contrário, tornou-se língua nacional e deu lugar a outras variantes: XB, XA, XM... Hoje X é oficial em 9 países e tem 230 milhons de falantes.
De que língua estamos a falar?

martes, 16 de novembro de 2010

"Con el gallego, zafo"

Despistáraseme este artigo do pasado 13/11/2010, por Valentim R. Fagim, presidente da AGAL, en Galicia Hoxe:


José, nome imaginário, é um técnico de uma empresa construtora galega. José foi sempre castelhano-falante e um amigo comum afirma que nunca o tem ouvido falar em galego, não sendo uma frase ou uma palavra isolada. Esta empresa tem vários contratos em Angola, país africano que, nomeadamente graças ao petróleo, tornou-se num país atrativo para o empresariado. José vai e vem a Angola várias vezes ao ano onde tem que tratar com diferentes pessoas. Um dia, o amigo comum a ambos, sabedor do seu monolinguismo sistemático, perguntou-lhe: e em que língua falas com os angolanos? A resposta foi: Con el gallego, zafo.
Azilag, nome imaginário, é um país que tem duas línguas. As duas são internacionais o que, a priori, é uma riqueza magnífica se sabe administrar bem. Dá-se mesmo a circunstância feliz de ser o único país do mundo onde estas línguas estão presentes socialmente. No entanto, nenhum dos seus governos foi capaz de administrar bem este facto e os cidadãos e as cidadãs nem conhecem nem usufruem esta riqueza porque apenas uma das línguas foi aproveitada na sua totalidade. A outra dá apenas para safar.
Recentemente, no Consello da Cultura Galega, a presidenta do Instituto Camões, Ana Paula Laborinho, interagiu com pessoas relevantes da cultura galega. Um dos temas a tratar foi o ensino da língua portuguesa no sistema educativo galego. Filipe Presa, presidente de Docentes de Português na Galiza, informou que atualmente há 25 centros onde se ensina, de um total de 346. Para além de serem mui poucos, a estrutura é mui frágil pois não existem vagas específicas, sendo docentes de outras matérias, com a melhor das intenções e sem serem fornecidos com os recursos precisos, os que lecionam língua portuguesa. O professor Filipe usou uma imagem muito esclarecedora para ilustrar esta estrutura: uma torre de cartas.
Era bom sermos mais inteligentes que em Azilag. O ensino de português nos centros educativos é um oportunidade imelhorável.

martes, 28 de setembro de 2010

A nossa sorte

por Valetim Fagim, presidente da AGAL,  no Xornal:

Quando duas ou mais línguas compartilham o mesmo espaço social, é comum terem umha funcionalidade diferente. Tradicionalmente tem-se dado o nome de língua A àquela que ocupa o espaço central da sociedade e de língua B a que ocupa o lugar periférico. A língua A é a das elites, o código que se usa na administraçom, na escola, no exército, no mais moderno. A língua B é umha língua marcada, é a língua menos urbana, menos jovem, menos rica, menos cool.
Este processo, como é sabido, nom é estável mas dinámico. O inglês nom era cool durante a monarquia normanda. Era assim como se queixava um nobre inglês em 1298:
“Se alguém nom sabe francês nom é tomado em consideraçom ... Creio que nom existe nenhum país no mundo que nom adira à própria língua, a exceçom do da Inglaterra”
Podíamos deixar em branco onde aparece “Inglaterra” e preenchê-lo com quase todas as línguas do mundo nalgum momento da sua história.
É inusual que um idioma presente em vários países tenha o estatuto de língua A em todos eles. É frequente, no entanto, que todas as variedades de umha língua tenham estatuto de língua B, em grande medida, porque há pouco lugares para a língua A; a concorrência é dura. Outras vezes, no entanto, o que acontece é que a sorte acaricia umhas variedades e nom outras.
Sirvam algum exemplos. Houvo um momento da história em que o francês do Quebeque ou o neerlandês da Flandres eram línguas B. Hoje, o castelhano da Califórnia ou da Flórida som língua B mas nom o da Argentina ou o México. Enfim, o catalám de Valência é claro que nom tem o mesmo estatuto que o da Catalunha.
Para umha variedade com funcionalidade B é umha fortuna o facto de existirem variedades com funcionalidade A por diversas razões:
A primeira de tipo sociológico ao servir como modelo social. Se a minha língua noutro país funciona como Língua A, também o pode fazer no meu. Isto é importante porque sobre as línguas B se tece toda umha rede de expetativas negativas que impossibilitam sequer a vontade de mudar o estado de cousas. Quem nom tem ouvido com o sotaque mais genuíno: O galhegho é umha merda, nom vale para nada!
A segunda vantagem é de tipo formal. Quando a coexistência entre a língua A e B é duradoura, a segunda adopta elementos linguísticos da primeira, sendo o léxico a área mais afetada. Se ambas as línguas pertencem à mesma família linguística torna-se difícil discernir o que é material próprio do que é alheio. O facto de haver umha variedade com funcionalidade A permite fazer esse esclarecimento. Perante umha frase como esta «Que onda, entonces que? te wacho en la party? Recuerda que es no cover.», um hispano-falante de S. Francisco é capaz de identificar o que é alheio com só pegar num dicionário de castelhano.
A terceira é de tipo funcional. Quando se quer promover umha língua de B para A é preciso fazer enormes investimentos. O plano de dotar os usuários da língua B de quase tudo aquilo de que desfrutam os usuários da língua A tem um preço e nom costuma ser barato. Pensemos em literatura universal, programas informáticos ou canais de televisom. O facto de existirem produtos que emanam da variedade com funcionalidade A tornam tudo muito mais fácil e... económico. Durante muitos anos o mercado de Portugal, onde a nossa língua é A, nom justificava as edições do Tio Patinhas ou do Conan e estas chegavam do Brasil (edições de que também usufruíamos alguns galegos e galegos com as mesmas carências).
A nossa sorte como galegos e galegas é que temos variedades que tivérom êxito e se tornaram línguas nacionais dos seus países. Um escritor romeno, Alexandru Vlahuta, dizia que a sorte é um acaso, e a felicidade umha vocaçom. Teremos vocaçom de ser felizes?