Quero aplicar a miña ciencia á lingua para pintar a face do noso maior ben colectivo: o galego







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venres, 28 de outubro de 2022

1981, Ano zero da língua galega - A sociedade civil em pé polo galego - Decada de 2010 (Capítulo 4)


 Capítulo 4 do documental 1981, Ano zero da língua galega, realizado por Nós TV para a AGAL. Recóllense algunhas cuestións posteriores ao funesto decreto de redución do galego no ensino. Nesta peza audiovisual podemos ver como Valentín García, cunha hipócrita defensa do ensino do portugués (continúa a ser irrelevante dentro do ensino galego), xustifica o plurilingüismo, isto é, a prevalencia do inglés, co obxectivo de manter a prohibición e a contínua redución do ensino en galego. Entre outras cousas di que "o portugués ten un estatus de oficialidade dentro de Galcia" (ulo?). Tamén fala de que a lusofonía pode ver a Galicia como a oportunidade de ingresar no ámbito da hispanidade (!)

sábado, 2 de abril de 2022

1981, Ano zero da língua galega

1981, ANO ZERO DA LÍNGUA GALEGA from Através | Produtora on Vimeo.

Documental da AGAL dos 40 anos do galego como lingua oficial,

Participan neste audiovisual José Luís Rodríguez, Elvira Souto, María Xosé Queizán, Martinho Montero Santalha, Tiago Peres, Víctor Freixanes, Bernardo Penabade, María Solar, Pilar García Negro, Elias Torres, Manuel Portas, Ana Miranda, José Ramom Pichel, Eduardo Maragoto, Henrique Monteagudo, Xosé Ramón Freixeiro Mato, Alba Nogueira, Carlos Callón, Uxia, Susana Sánchez Arins, Ramón Villares, Ângelo Cristóvão, Valentín García e Beatriz Bieites

venres, 2 de febreiro de 2018

Na segunda feira



A música "Na segunda feira" foi composta para divulgar os nomes tradicionais dos días da semana entre os nenos e nenas galegas.
É da autoría de Gloria Mosquera (Mamá Cabra) para a Mesa pola Normalización Lingüística e a AGAL.

luns, 11 de maio de 2015

Decreto Filgueira



Documental de Ozo Perozo para a AGAL centrado na historia da normativización entre os anos 1971 e 1982. Conta coa intervención de moitos dos protagonistas deste debate así como a de historiadores que aportan a súa visión sobre o proceso que levou á actual normativa da nosa lingua: Xosé Luís Barreiro Rivas, Elvira Souto, Isaac Alonso Estraviz, Francisco Fernández Rei, José Luís Rodríguez, Maria Xosé Queizán, José Luís do Pico Orjais, Francisco Rodríguez, Tiago Peres Gonçalves, Uxío-Breogán Diéguez e Carlos Velasco.

sábado, 28 de febreiro de 2015

Olá, novo consenso!

por Miguel Penas, na Praza Pública:


Fevereiro de 2015 pode ser um mês que marque um ponto de inflexom na história da nossa língua no atual território da Galiza. Começou com umha importante mobilizaçom social em favor do galego e finalmente termina com bom sabor de boca, fruto da assinatura dum acordo de colaboraçom entre o Presidente do governo galego e o Chefe de Estado português. Parece evidente que a língua importa, ainda na Galiza do século XXI.

martes, 26 de febreiro de 2013

Os watusi e a Conselharia de Educação

por Valentim Fagim, no Sermos Galiza:

Se comparamos um aluno galego com outros do resto do Estado evidenciaremos que não há diferenças significativas do ponto de vista físico ou inteletual. Não destacam pola sua inteligência, a sua beleza ou a sua agilidade.

sábado, 3 de novembro de 2012

O galego seria mais divertido

por Valentim Fagim, en Sermos Galiza:

Desde há umhas semanas a AGAL conta com umha nova direçom, reforço da anterior que tivem a fortuna de coordenar. Foram anos intensos em que nasceram vários projetos, os aPorto, a Imperdível, cursos on-line, a Através Editora... mas de todos eles há um do que estou notadamente satisfeito, os Ops.

martes, 13 de marzo de 2012

Valentim Fagim: 'Vivemos um processo de substituiçom linguística mui avançado'

Marcos Pérez Pena entrevista a Valentim Fagim, presidente da AGAL, para Praza (nesta ligazón contén audio):
Valentim R. Fagim preside desde 2009 a Associaçom Galega de Língua (AGAL), que o passado ano completou três décadas. É autor de obras didáticas como Do Ñ para o NH, Manual de língua para transitar do galego-castelhano para o galego-português, e o trabalho que desenvolve, pessoalmente e no seio da associaçom, consiste em mostrar aos galegos e as galegas que a língua da Galiza é a mesma que fala Lula da Silva. Esta será a década do Brasil, país que nom deixa de crescer economicamente e de ganhar peso internacional e que organizará, dentro de dous anos, o Mundial de Futebol e em 2016 os Jogos Olímpicos. Fagim pensa que a Galiza nom pode desaproveitar a oportunidade que lhe oferece a sua pertença ao mesmo espaço linguístico que o gigante brasileiro.
Como valoras a situaçom da língua hoje em dia?
Vivemos um processo de substituiçom linguística mui avançado. Isto é tam simples de constatar como ir a um parque, por exemplo na cidade de Santiago, e escutarmos a língua dos avós -que falam 90% em galego- e a língua das crianças -que falam 90% em castelhano-. Em Vigo os avós já nom falam 90% em galego. Por outra parte, cada nova geraçom fala um galego cada vez mais misturado com o castelhano. A minha avó, por exemplo, diz balor, a minha mai já dizia moho, e a mim chegou-me moho. Isto vemo-lo todos, nom fai falta ser um especialista.

luns, 11 de xullo de 2011

A nossa língua é mundial

por Manuel Miragaia Doldán no Galicia Hoxe:


Estes dias esta-se a celebrar na cidade de Santiago de Compostela o festival “A nossa língua é mundial”, organizado pela “Associaçom Galega da Língua” (AGAL), comemorando o 30º aniversário desta. Um conjunto de atos variados e de muito interesse, como lançamentos de livros, mesas redondas, projeções e concertos, houvo ao longo da semana. Hoje sábado organizou-se lá um jantar lusófono, composto com pratos representativos de vários países de expressão galego-portuguesa. Além disso, atividades para as crianças e espectáculo de dança e música brasileiras.
A AGAL, nascida o 9 de Junho de 1981, já leva três décadas de trabalho intenso para dignificar e desenvolver a variante galega e para reintegrá-la na língua comum galego-portuguesa, falada e escrita fora da Península também no gigantesco Brasil, em cinco estados africanos, no Timor Leste e em territórios da Índia e da China. Uma verdadeira língua con carácter internacional e mundial. A quinta do mundo pelo número de falantes.
Fruto de trinta anos do labor imprescindível do reintegracionismo organizado surgirom “O Portal Galego da Língua”, centos de livros, palestras e atos diversos, que ajudarom a que o reintegracionismo siga avançando, e não só entre os filólogos. A acertada política de abertura da actual directiva de AGAL fai que também se estenda cada vez mais aos seitores sociais galegos mais cultos e concienciados com os problemas da língua. Em 1981 principiava a súa vida, hoje já há máis entidades que a acompanham no achegamento à cultura e aos povos da Lusofonia, como a “Academia Galega da Língua Portuguesa”, o “Instituto Cultural Brasil-Galiza”, a “Asociação de Amizade Galiza-Portugal”, a “Fundaçom Meendinho” e numerosos centros sociais e culturais situados nas cidades e vilas galegas.
A nossa língua, que agromou entre a Ponta de Estaca de Bares e o rio Douro, à vez na Galiza lucense e na bracarense, dilatou-se posteriormente com as suas variantes por outros continentes. Os mais salientáveis intelectuais galegos, a partir do Resurgimento apalparon a proximidade linguística com Portugal e, por tanto, com as suas antigas colónias. Grandes vultos, como Murguia, Branhas, Curros, Pondal, Vilar Ponte, Viqueira, Castelao, Guerra da Cal e Carvalho Calero, manifestarom de maneira clara esta realidade comum.
Em tempos de retrocesso geral do Galego a proposta oficial pelo isolacionismo linguístico não constitue umha saída viável. Ao contrário, diminue o prestígio social da nossa língua, dificulta a sua conservação e o seu desenvolvimento, marginaliçando-a e reduzindo-a no contexto estatal e no nacional a uma condição minoritária. O reintegracionismo fica no presente como a única alternativa possível e otimista para os seus falantes.
A língua galego-portuguesa, além de para andarmos por casa, permite a comunicação com mais de 270 millões de pessoas de diferentes nações. É mais internacional que a maioria das existentes na Europa. Seria insensato pois que aquí, na Galiza, na sua pátria primigénia, a deixásemos morrer, quando é tão rica, serve para qualquer uso e nos abre ao mundo.

martes, 28 de setembro de 2010

A nossa sorte

por Valetim Fagim, presidente da AGAL,  no Xornal:

Quando duas ou mais línguas compartilham o mesmo espaço social, é comum terem umha funcionalidade diferente. Tradicionalmente tem-se dado o nome de língua A àquela que ocupa o espaço central da sociedade e de língua B a que ocupa o lugar periférico. A língua A é a das elites, o código que se usa na administraçom, na escola, no exército, no mais moderno. A língua B é umha língua marcada, é a língua menos urbana, menos jovem, menos rica, menos cool.
Este processo, como é sabido, nom é estável mas dinámico. O inglês nom era cool durante a monarquia normanda. Era assim como se queixava um nobre inglês em 1298:
“Se alguém nom sabe francês nom é tomado em consideraçom ... Creio que nom existe nenhum país no mundo que nom adira à própria língua, a exceçom do da Inglaterra”
Podíamos deixar em branco onde aparece “Inglaterra” e preenchê-lo com quase todas as línguas do mundo nalgum momento da sua história.
É inusual que um idioma presente em vários países tenha o estatuto de língua A em todos eles. É frequente, no entanto, que todas as variedades de umha língua tenham estatuto de língua B, em grande medida, porque há pouco lugares para a língua A; a concorrência é dura. Outras vezes, no entanto, o que acontece é que a sorte acaricia umhas variedades e nom outras.
Sirvam algum exemplos. Houvo um momento da história em que o francês do Quebeque ou o neerlandês da Flandres eram línguas B. Hoje, o castelhano da Califórnia ou da Flórida som língua B mas nom o da Argentina ou o México. Enfim, o catalám de Valência é claro que nom tem o mesmo estatuto que o da Catalunha.
Para umha variedade com funcionalidade B é umha fortuna o facto de existirem variedades com funcionalidade A por diversas razões:
A primeira de tipo sociológico ao servir como modelo social. Se a minha língua noutro país funciona como Língua A, também o pode fazer no meu. Isto é importante porque sobre as línguas B se tece toda umha rede de expetativas negativas que impossibilitam sequer a vontade de mudar o estado de cousas. Quem nom tem ouvido com o sotaque mais genuíno: O galhegho é umha merda, nom vale para nada!
A segunda vantagem é de tipo formal. Quando a coexistência entre a língua A e B é duradoura, a segunda adopta elementos linguísticos da primeira, sendo o léxico a área mais afetada. Se ambas as línguas pertencem à mesma família linguística torna-se difícil discernir o que é material próprio do que é alheio. O facto de haver umha variedade com funcionalidade A permite fazer esse esclarecimento. Perante umha frase como esta «Que onda, entonces que? te wacho en la party? Recuerda que es no cover.», um hispano-falante de S. Francisco é capaz de identificar o que é alheio com só pegar num dicionário de castelhano.
A terceira é de tipo funcional. Quando se quer promover umha língua de B para A é preciso fazer enormes investimentos. O plano de dotar os usuários da língua B de quase tudo aquilo de que desfrutam os usuários da língua A tem um preço e nom costuma ser barato. Pensemos em literatura universal, programas informáticos ou canais de televisom. O facto de existirem produtos que emanam da variedade com funcionalidade A tornam tudo muito mais fácil e... económico. Durante muitos anos o mercado de Portugal, onde a nossa língua é A, nom justificava as edições do Tio Patinhas ou do Conan e estas chegavam do Brasil (edições de que também usufruíamos alguns galegos e galegos com as mesmas carências).
A nossa sorte como galegos e galegas é que temos variedades que tivérom êxito e se tornaram línguas nacionais dos seus países. Um escritor romeno, Alexandru Vlahuta, dizia que a sorte é um acaso, e a felicidade umha vocaçom. Teremos vocaçom de ser felizes?

domingo, 2 de maio de 2010

“Por escribir 'allo' con 'lh' non podo ter menos dereitos que quen o fai con 'll'”

entrevista a Valentim Fagim, presidente da AGAL, en Vieiros

Vieiros: Logo se van cumprir 30 anos da aprobación do Estatuto de Autonomía. Aínda que en liñas xerais a lingua goza de máis espazos e de maior prestixio o certo é que a perda de falantes incluso se acelerou...
Valentim Fagim: En cidades como Vigo ou A Coruña xa non é cuestión de que non se fale, é que mesmo un cidadán medio ten un contacto cero co galego. A explicación histórica sabémola todos e é que cando a xente vai do rural cara aos ámbitos urbanos non había mecanismos para garantir que esas persoas conservasen a lingua. A cuestión é: como lle damos a volta a iso? Como conseguimos que unha persoas e Vigo, da Coruña ou de Pontevedra, fale o que falar, como mínimo teña un contacto? Aí é onde temos diferentes tácticas uns e outros. Uns pensamos que xogar a que o galego só se faga no ámbito de España non é intelixente e non é moi eficaz e outros pensan o contrario. Como conseguimos que unha persoa de 20 anos de Vigo pase de contacto cero a contacto 20? Penso que aspirar a moito máis a curto e medio prazo non é moi factíbel.

Hai quen pensa que as “guerra normativa” dos anos 80 enfebleceron en certa medida a normalización. Foron tan importantes neste sentido?
Eu penso que si que foi importante. Houbo unha serie de persoas que teñen unha responsabilidade. Non se chegou a un acordo porque unha das partes non quixo ceder e iso non axudou. Durante moito tempo houbo unha tentativa de “filoloxizar” a sociedade galega e iso é absurdo. O tema da lingua é moi simple: é para comunicar...

E superouse iso? A lingua non segue demasiado restrinxida ao ámbito filolóxico, ao campo dos expertos?
Na Galiza hai cinco persoas que tocan un botón e deciden. Penso que iso non é bo.

As espadas seguen en alto ou cada bando xa ara polo seu lado?
Os anos 80 marcaron a moita xente. Eu penso que as novas xeracións non están pola vía do enfrontamento normativo. A análise é outra: eu son galego, teño unha visión estensa e útil, como dicía Castelao, e aspiro a vivir con normalidade na miña lingua. A min, sinceramente, a cuestión filolóxica cada vez interésame menos, interésame máis sociabilizar. Se o sistema educativo lle mostrase ao alumnos que o galego é estenso e útil, mesmo que use a norma oficial, mais que llo mostrase, iso xa sería unha bomba en termos sociolóxicos.

Descarta unha saída dialogada...É posíbel enterrar a guerra normativa definitivamente? Pode haber un acordo?
Hai un campo intermedio entre uns e outros que penso que é bo para o cidadán medio. Para o cidadán é bo saber que ten acceso á lingua portuguesa, que ten acceso a un mercado laboral...Tanto uns coma outros pensamos que é bo e por aí podiamos remar. Hai seis ou sete meses o presidente da Xunta colocou aquela frase de que co inglés comunicamos con 500 millóns de persoas, co castelán con 400 e co galego con 200. Na Galiza este é un feito paradoxal, precisamente os que comunicamos con 200 temos menos dereitos cós que non comunican con 200. Isto é un pouco disparatado. Penso que podemos remar en dúas dirección. A primeira que o portugués está ao seu alcance (aí creo que non hai dúbidas) e a segunda é que por eu escribir 'allo' con 'lh' non podo ter menos dereitos que quen o fai con 'll'.

Parece que hai un 'revival' do reintegracionismo na rede. Estamos diante do 'Reintegracionismo 2.0'?
(Gargalladas) Eu penso que si. As posibilidades de internet son espectaculares. A rede é hiperaberta. Nós na Agal lanzamos hai pouco unha tenda en liña, isto está feito por nós. Non temos ningún tipo de barreira ou censura e avanzamos moito. Se un observador externo seguise a rede pensaría que en Galiza escriben todos así, cando non o é, claro.

Cando caeu do cabalo, abandonou o 'ñ' e abrazou o reintegracionismo?
Eu até os 19 anos falaba castelán. Eu son vigués e alí era moi difícil dar o paso. Dei o paso en Santiago, aquí consigo falar o galego a tempo completo. Comezo a investigar e por unha cuestión meramente intelectual e pragmática decántome polo reintegracionismo. Un día estou na ducha e comezo a cantar Caetano Veloso (Eu sei que vou-te amar) e digo se eu canto isto é evidente que é a miña lingua (risas).

Como convencería a Ferrín que abandonase a norma oficial?

(Gargallada) Eu penso que Ferrín xa é inconvencíbel. Deixámolo aí.

Unha cousa que me chamou a atención é que dicías nunha entrevista anterior que neste país é imprescindíbel o humor no día a día...
Se alguén en Galiza quere vivir a tempo completo en galego e non ten humor sería imposíbel. Se non tes ese humor sofres bastante. O obxectivo da vida é ser felices e para iso fai falta moito humor.

Semella que o mundo lusófono non mira moito para Galiza...
O grao de descoñecemento é mutuo. Quen tiña máis responsabilidade para variar a situación é o Goberno galego, mais non se fixo demasiado.

É curioso que o embaixador portugués no Estado Español saliente as relacións comerciais Galiza-Portugal. Parece moito máis difícil o intercambio cultural...
Cada un debería mirar para si. Por exemplo, a RAG que está a facer nese sentido? O propio presidente da Xunta? Nós na AGAL estamos a facelo, a Academia da Lingua Portuguesa tamén...Mais a cuestión é que estamos a facer todos e todas?

Comparte a teoría de Camilo Nogueira que o mellor portugués do mundo se fala na Costa da Morte?
(Gargalladas) Ese tipo de frases están ben, pero en Portugal tamén se di que se nunha ou noutra zona.

Cal é o reto do reintegracionismo?
Divulgar e chegar ao máximo número de persoas posíbeis. O obxectivo básico é que o cidadán medio galego saiba que grazas ao galego accede ao mundo lusófono.

Existe reintegracionismo fóra das cidades?

Sempre estamos pensando nas cidades e quizais sería bo comezar a pensar nas vilas onde aínda se fala galego.

Canta veces pensou Valentim neste ano: onde me metín?
Moitas (risas). Hai moita paixón e iso é bo, temos pouco capital financeiro pero si humano.

Como vives o conflito do decreto?
Nós temos un debate constante sobre este tema: É mellor que o galego siga desaparecendo na invisibilidade ou que se poñan as cartas enriba da mesa? O único bo do que está pasando é que as cartas están descubertas. Antes sabiamos que non se cumpría o 50%. Feijoo tirou a máscara e agora obríganos a falar máis entre nós e facer tácticas conxuntas. Esa é a parte positiva.

É posíbel ese diálogo fluido entre as diferentes persoas que defenden o galego, independentemente de normativas?
Eu penso que naquelas áreas onde podemos cooperar debemos cooperar. Hai que falar sen preconceitos e sen actitudes de prepotencia.